
Esta distorção espiritual não é blasfêmia, mas espelho de nossa devoção tóxica aos novos ídolos digitais (o nosso EU). Neurocientistas da PUC-RS defendem que precisamos de novos rituais sagrados como jejum digital, sabatina tecnológica e outras ações que nos ajudem nessa batalha de tornar a vida mais real e menos idealizada.
